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Admirável Mundo Novo

20/09/2010

Demorei muito tempo para escrever esse post porque não conseguia pensar em um título adequado para ele. O objetivo era comentar algumas coisas que andei vendo por aí, principalmente no blog do Marco Zuniga, e em outro contexto mas com igual carga emocional uma resposta a uma diferente questão do amigo Ramóm Ramón. Em ambas o mesmo sujeito envolvido: nossa querida e amada amiga Microsoft. Poderia ter escrito Micro$oft, mas não sou dos que consideram dinheiro uma coisa ofensiva. Pelo contrário: gosto muito dele e acho que nunca é demais. Quem me conhece também sabe que não sou do grupo radicalmente contra eles. Não acho que tenha capacidade de ser radicalmente contra coisa alguma sem ter um bom motivo, e talvez por isso tenha blogado mais sobre o Google do que gostaria (é fácil perceber pelas tagclouds ao lado).

Deixando de lado as motivações pessoais, pela primeira vez em algum tempo senti vontade de observar alguns dos posicionamentos da Microsoft no Mercado de tecnologia. Me lembro de ter conversado com o mesmo Marco Zuniga (já dei o blog dele, aqui vai o twitter) quando estive no Chile e uma das coisas que ele falou me chamou muito a atenção. Eu falei a ele que a postura do Governo brasileiro era claramente a favor do Software Livre, por uma série de motivos que fiquei com preguiça de expor pra ele, e ele me disse que a Microsoft do Brasil era a subsidiária que mais crescia na América Latina e possivelmente no mundo. O que ele quis com o comentário foi claramente me desqualificar, dizendo assim: “olha, você diz que o Brasil apóia o Software Livre, mas lá estamos crescendo como nunca”. Acredito que ele de fato tenha razão nos números apresentados, mas certamente ele não conhece a subsidiária brasileira. Conheço pessoalmente alguns dos representantes no Brasil, e a forma com a qual eles trabalham com a gente é de total aceitação e colaboração. Ou seja, eles perceberam que não adianta ficar “dando murro em ponta de faca”; continuam vendendo software proprietário, mas têm muitos Projetos de Software Livre e estão muito interessados em colaborar nas iniciativas de interoperabilidade. Só não entendo porque todos os Projetos deles estão sempre vinculados com a UNESP, mas talvez alguém possa me esclarecer nos comentários.

Agora vamos falar de algumas das decisões da Microsft a nível mundial. Em ordem cronológica, uma que vale a pena comentar é a matéria de Capa da HSM de Março/Abril de 2009: “O Steve Jobs da Microsoft”. Infelizmente não há versão aberta da matéria, mas eu costumava assinar a HSM nessa época (aliás, recomendo. Pensei mil vezes esse ano e acabei não renovando) e o enfoque da matéria é a contratação de um carinha que não me lembro o nome para desenvolver a plataforma Live. Ou seja, a tentativa, ainda que tardia, de entrar na Nuvem para a empresa. Se é tardia ou, não, acho que os próximos dois ou três anos vão dizer. Claro, a matéria me parece uma daquelas “compradas”, ou seja, a empresa convida a revista para falar de suas novidades. Às vezes pagando, às vezes não, mas acredito que é idônea e a revista também. Até que me provem o contrário.

Uma outra decisão que me parece relevante é a entrevista realizada pelo tal Hernán Rincón que pode ser encontrada em diferentes locais da Net. Por preguiça, coloco o primeiro link que me lembrei: http://idgnow.uol.com.br/mercado/2010/09/14/executivo-da-microsoft-critica-posicao-brasileira-sobre-software-livre/ É preciso entender que empresas como a Microsoft não realizam entrevistas polêmicas sem algum significado, e o desse foi claramente testar algo que eles já sabiam: existe uma revolução silenciosa acontecendo na América Latina, que não está necessariamente vinculada a partido político ou ideologia, mas uma decisão que soberania nacional em favor do Software Livre. Escrevi sobre isso ainda outro dia, e por não ter um núcleo definido fica mais difícil atacar ou retaliar. Aliás, numa análise mais profunda sobre os motivos pelos quais não escrevo tanto sobre eles, chegou a uma óbvia conclusão: a Microsoft é uma empresa irrelevante no Mercado de Tecnologia.

Antes de me chamar de louco, é preciso olha para a frente e esquecer o legado. O próprio Bill Gates disse um dia que seu maior medo não residia em nenhuma das grandes empresas do Mercado, pois com essas eles já tinham aprendido a lidar. Os maiores concorrentes estariam nas garagens do vale do silício, e seriam aqueles que ainda estavam por nascer. O comentário foi corroborado por uma declaração do Steve Ballmer onde ele diz que “o maior desafio não era a Apple, pois já tinham aprendido a lidar com eles. O Linux é um desafio maior, pois trata-se de uma mudança no modelo de negócios”. Não consegui achar a fonte, mas me lembro de ter lido a declaração em algum lugar há mais ou menos uns três anos. Se alguém puder citar a fonte nos comentários eu atualizo aqui e agradeço.

Agora vamos nos lembrar uma mudança que aconteceu na Microsoft há mais de dez anos: a saída do velho Bill e a promoção de Steve Ballmer ao cargo de Presidente. No documentário do Discovery Channel chamado “A Internet”, existe um episódio que se chama “A Guerra dos Navegadores”, que mostra como a vida de Bill Gates foi revirada na investigação de concorrência desleal feita pelos tribunais americanos. Ao final, ele diz que a saída pode ter sido motivada porque sua vida foi exposta mais do que gostaria, e como já estava bilionário simplesmente se cansou do mundo corporativo e passou a empresa a seu amigo e administrador muito competente. Contudo, vale a pena notar o ano em que a mudança aconteceu: 1998. Alguém sabe o que aconteceu no mesmo ano? Sim, o nosso amigo Google aconteceu. Não sei se os eventos estão relacionados, mas seria pelo menos uma interessante coincidência.

Mas o que a saída de Bill tem a ver com os posts que coloquei no início? Se analisarmos as decisões tomadas pela Microsoft desde então, veremos que são ótimas decisões administrativas. Estão tentando consolidar o Mercado, abrir novas frentes em lugares onde podem voltar a crescer e serem relevantes (lembra da tentativa de compra do Yahoo?), enfim, tomando decisões que um bom CEO tomaria. Contudo, olhando bem o que eles estão fazendo, o que há de novo no que foi proposto pela Microsoft? Não estou falando somente de tecnologia, mas de Mercado como um todo. Lembrem-se: a Microsoft não venceu porque tinha o melhor sistema operacional, mas sim porque montou o modelo de negócios mais bem sucedido, baseado na abertura (parece loucura né?) e na interoperabilidade entre fabricantes, enquanto a Apple até hoje controla desde a fabricação das placas do computador até a interface e os softwares.

Atualização (20/09/2010 às 15h30 GMT-3): Conforme solicitado pelo autor do comentário (Marco Zuniga) nos comentários, ele reitera que suas opiniões expressas pessoalmente não representam necessariamente as opiniões da empresa (Microsoft, no caso). Foram comentários realizados numa conversa privada, assim como eu mesmo também realizei comentários na mesma conversa privada. Como minha opinião é sempre respeitar o direito do autor, fica aqui a observação. Se o mesmo desejar as palavras podem ser retiradas, mas serão mantidas por enquanto.

Atualização (05/10/2010 às 13h10 GMT-3): O próprio Marco Zuniga disse que fiz uma análise errada dos dados enviados por ele, conforme expresso nos comentários. Concordei com ele, e mantenho o post para que possam ver onde errei. Isso não muda a minha conclusão sobre o modelo errado da Microsoft, mas é importante ressaltar que fiz uma análise equivocada dos dados apresentados por ele. Veja os comentários para mais explicações.

Ao ver posts como o do Marco Zuniga, que está longe de ser alguém irrelevante dentro da Microsoft, já que representa a empresa dentro do governo, vejo que realmente eles perderam o bonde. Ele propõe um desafio no Chile baseado em duas premissas:

  1. Encontrar três empresas do Chile que trabalhem somente com software livre. Por trabalhar com software livre ele diz que a empresa deve ter desenvolvido o produto e depois aberto o código para a comunidade. A partir do código aberto, tenham construído seu negócio com sucesso. E o que seria sucesso? Ele esclarece: “lucro por empregado de pelo menos US$ 60.000,00”. Para quem não sabe, o lucro por empregado é um conceito simples, onde se divide o lucro líquido pelo número de empregados. E mais abaixo ele explica o motivo da utilização do índice: “é o que se considera como êxito para indústrias de TI no mercado mundial“.
  2. Encontrar três projetos de desenvolvimento comunitário que tenham mais de 10.000 usuários, 10 ou mais desenvolvedores ativos e duração de mais de um ano.

Os indicadores encontrados por ele para caracterizar êxito nos dão uma clara ideia de porque a Microsoft deixou de ser relevante há muito tempo:  eles não têm a menor ideia de como é o Mercado do futuro. Como venho falando sempre onde tenho a oportunidade, o grande segredo do Google não foi simplesmente criar o PageRank: o segredo está no modelo de negócios. Da mesma maneira, a Socidade de Informação baseia-se em outros conceitos de tecnologia e Mercado, somente enxergado por aqueles que têm a capacidade de olhar mais para a frente.

Se imaginarmos o conceito de êxito abordado pelo nosso amigo, eu diria que não desejo tal êxito para as empresas brasileiras que trabalham com o Software Livre, pois imagino um Mercado melhor distribuído. Para que uma empresa seja exitosa com, digamos 5 empregados, ela teria que lucrar US$ 300.000,00 por ano ou R$ 600.000,00 (já descontados os impostos, menos a CSSL) aproximadamente. Você conhece alguma empresa no Brasil que atinja esse valor? E no Chile? E no mundo? Eu, sinceramente, não conheço. Uma empresa que desenvolve tecnologia tem, mais ou menos, de 5 a 15 desenvolvedores. Vejam: estamos falando de tecnologia aqui. É claro que montar um escritório para vender licença pode vender bem mais e ser encarando como Mercado de TI, mas isso não é tecnologia para mim. Tecnologia é sentar e desenvolver, criar algo de inovador, o que certamente não acontece com uma subsidiária que vende licenças. Mas essa é uma outra discussão.

O modelo de desenvolvimento para o Software Livre, como também tenho falado por aí, é o desenvolvimento regional. Para isso, precisamos de pequenas empresas, capazes de desenvolver um bom trabalho em sua região, pois assim a riqueza é melhor distribuída. Há na lei brasileira inclusive um incentivo às microempresas onde é possível fazer editais de até R$ 80.000,00 específicos para elas, e outros mecanismos que promovem o desenvolvimento. O que podemos ver pelos pensamentos da Microsoft e de outras empresas de software, é que eles ainda acreditam em grandes empresas multinacionais ou até mesmo nacionais que tenham grandes e lucrativos negócios baseados em vendas de licença.

A própria saída de Bill é emblemática para a percepção do Mercado: desde a saída dele, a Microsoft não produziu nada de novo em termos de negócio. Sempre ficou claro no que se conhece sobre a empresa que ele era o homem que pensava o futuro, representado por uma de suas frases: “as pessoas não precisam da gente. Temos que fazer com que elas precisem de nós”. Aí ele já sabia que não adiantava ter um bom programa: era preciso criar dependência. Logo depois veio a obsolescência programada, num novo acordo com a indústria de hardware, onde uma mudança no sistema operacional tornaria o hardware ultrapassado e as pessoas teriam que comprar novos computadores. As premissas do modelo eram essas até bem pouco tempo, quando os netbooks derrubaram de asssalto o Windows Vista e a Microsoft viu que se mantivesse o modelo ia perder de novo um excelente Mercado, que mais uma vez não havia sido criado por eles. Ou seja, desde a saída de Bill Gates não aconteceu nada de novo no Mercado operado pela Microsoft, e com o que tenho visto nos últimos anos, deve ser a última vez que blogo sobre eles, pois a relevância que já era pequena, diminuirá com o passar do tempo.

Para finalizar, imaginemos o seguinte modelo: 171 empresas ou pessoas físicas que trabalham com um Projeto de Software Livre de todos os tamanhos e em todos os cantos de um país. O que é êxito para você: o modelo que acabo de dizer ou o proposto pelo nosso amigo Marco Zuniga? Se tiver curiosidade, tal êxito existe e se chama Cacic: dê uma olhada aqui para comprovar. Agora imagine esse modelo levado para toda a América Latina. Esse é o objetivo do Projeto Software Público Internacional.

Obs.: Para quem quiser se aprofundar no assunto e tiver tempo e paciência, aconselho a leitura do artigo “Mais Valia 2.0” que está na seção de Publicações aqui do blog. Lá realizo esclarecimentos mais profundos sobre modelos econômicos do futuro.

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7 Comentários leave one →
  1. 20/09/2010 15:19

    Hi Eduardo:

    First of all, I am sorry to write in English. Unfortunately, I am a spanish spoken person, and I don’t have the skills to write in portuguese. Sorry fot that.

    I just want to make a few comments, that maybe may change the scope and conclusions of your post.

    1.- In my personal blog I express my personal opinions and not my employer position, so I would like to be very clear about that and I would like to restrict the scope of this conversation.

    2.- Last time we met in person was in Santiago de Chile two months ago, in a local forum for discussion of public policies for chilean government, hosted by Desarrollo Digital, local government agency in charge of the definitin for IT Public Policies. My comment was that context and differences between both countries don’t allow to extrapolate conclusions or experiences between Chile and Brazil. In any moment was my attitude to disqualify your person, and I must remember it was a private conversation, not as a public comment after your presentation. If you understood that my private comment was to disqualify your person, I present my apologies, but I remember you it was a private conversation where we interchanged specific comments about our own markets and our differences.

    3.- The treshold for “success” that I have defined in my blog post is US$ 60.000 “per year”, not per month (very far from the US$ 300.000 of annual revenue per employee you mention in your post). I think this is a great error of your side. This amount modifies absolutely the conclusions and context you define in your post. At least, in Chile, after taxes, operational costs, margins and every other, it means a salary of about US$ 2.000 for a programmer per month. As you may understand, this is a very basic “success” test. I ask you to reconsider the conclusions of your post after this clarification.

    4.- The purpose of my “Acid Test” is just to get a local photo of the local market (I must emphzise, chilean market), to identify if we have enough local resources and experience in Chile, to define public policies to open the government applications, and if we (in Chile) will have enough resources to support the code review, modifications and specially, to fix bugs and to make functional advances. My position is that if we don’t have enough context cautions and resources, it could be very complex for us to implement and get the benefits of the peer review model. In any moment there is any reference in my post about Microsoft. It is just a metric to help the definition of public policies, including the balance must be defined between OSS/FLOSS and commercial software models.

    5.- Last but not least. It is not my purpose to make conclusions and to make comments about the brazilian market and government definitions. I am very clear that you have with MS Brazil a very good process of collaboration and altogether work for your country. My personal focus (as chilean citizen and professional) is to identify the right elements and the best way to help the development of my country, to enhance the live of our citizens and to help the development of my country. In that approach, be sure that we are also working with different government agencies, industry actors and communities, but we have to be very clear also about our local reality, resources and capabilities. We may see a lot of different initiatives, but our responsability is also to find “the chilean way”.

    A big hug from Chile, and pleased to continue this conversation.

    Regards …

    Marco Zuniga.

    • Eduardo Santos permalink
      20/09/2010 15:43

      Hi Marco,

      As a courtesy, I’ll reply in English as well. If want to switch to Spanish, I’ll reply in portuñol and so on. Please, fell free to write any way want to. Now, let’s address your comments:

      1 – Ok. I’ve put a notice in the post saying this.

      2 – Ok. My opinion is to respect author’s words, that’s why I’m quoting you. If want to, I can remove your words, as they are yours. I didn’t take any personal offense, I was just thinking about it the “political way”. But as I told you, I can take it off if want to.

      3 – Ok, but you say revenue by employee, right? So, if I have 5 (five) employees, the revenue would be US$ 300.000,00 right? We better clarify this because it changes a lot.

      4 – I could see that you did not directly related this to Microsoft. However, if you read my post, your words are a small part of it. I’m analysing Microsoft in a more general way, from the market decisions, not only based in your words. However, it’s talking with the employees that you know the company, and I could see the market strategy here. That’s the way I’m thinking about company’s future. Again, my conclusions are not necessarilly based on your words. We clearly disagree here, and I explain my reasons in some materials presented in my blog, if you have patience to read it.

      5 – Ok Marco, I see it. We clearly disagree about the future, but that’s democracy right? You have some opinions and I have mine, totally different from yours.

      Thanks for replying my post and feel free to do it whenever you want.

      • 20/09/2010 23:09

        Hi Eduardo:

        Thanks for your explanations.

        Just to clarify that the amount of US$ 60.000 is revenue (no profit). It’s as simple as the direct amount invoiced by the company.

        In Chile, that annual revenue per employee assures a modest salary for programmers, and a company almost in breakeven point. It’s a very common scenario for IT companies in Chile and around the world. I hope in Brazil must be the same. So I recommend you to review that section of your article, due that my “Acid Test” is as basic and simple like the minimum requirements that any modest IT company and Community project must fulfill around the world.

        Regards …

        Marco

  2. Eduardo Santos permalink
    05/10/2010 13:09

    Hola Marco,

    Solo para decirle que yo leí una otra vez y la citación está cierta por usted. Realmente dijiste que el lucro líquido era menor, y eso cambia la parte que dije yo sobre las pequeñas empresas. Voy a fijar el post para refletir su observación mejor.

    Todavia, los dos puntos principales que me gustaria decir son:

    1 – Mismo que el dato sobre el lucro de las empresas esté errado, no cambia la esencia de lo que me gustaria decir: Microsoft no ha creado nada de nuevo hablando de Mercado en los últimos años.

    2 – El modelo de Microsoft, em mi visión (que puede estar errada, pero es mi visión) es un modelo de concentración. Aún que tengamos pequeñas empresas trabajando por ellos, en final todos tiene que pagar algun tributo a Microsoft en final. Eso no es el modelo económico que creo como más cierto.

    Gracias por el comentário y lo siento por el portuñol.

  3. 13/10/2010 10:48

    Eu confesso que dei uma boa gargalhada com o texto do Marco, principalmente quando ele quer excluír do cálculo da receita a “prestação de serviços” com Software Livre… Se software livre é na verdade um serviço, de onde o “gênio” chileno imagina que o dinheiro vem.

    Deve ser difícil mesmo entender nosso mundo 🙂

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